Beneficiárias do Prêmio

Equipe da Migrant Workers Rights Network explica a trabalhadores migrantes os seus direitos — província de Chon Buri, Tailândia. Foto: MWRN

Uma caminhonete traz trabalhadores migrantes de volta para suas casas de contêiner localizadas em um canteiro de obras. Foto: Akira Kodaka

Migrant Workers Rights Network oferece sessão de treinamento sobre como acessar os mecanismos de denúncias estatais — província de Phra Nakhon Si Ayutthaya, Tailândia. Foto: MWRN

Trabalhadores da empresa Thai Union participam de um treinamento conduzido pela Migrant Workers Rights Network —na província de Samut Sakhon, Tailândia. Foto:Thai Union/Thawatchai Pundech

Migrantes birmanesas descascam camarões em uma fábrica processadora na Tailândia. Foto: Thierry Falise/OIT

Oficina para mulheres líderes migrantes organizada pela Migrant Workers Rights Network, para conscientizá-las sobre questões de direitos trabalhistas e igualdade de gênero — província de Samut Sakhon, Tailândia. Foto: MWRN

Beneficiária do prêmio de 2020

Migrant Workers Rights Network

A Migrant Workers Rights Network é uma associação comunitária que luta para proteger os direitos dos trabalhadores migrantes que vivem e trabalham na Tailândia, sendo a maioria deles provenientes de Mianmar. A organização foi fundada em 2009 por nove lideranças migrantes de Mianmar, após observarem diversas violações e a exploração de trabalhadores migrantes na Tailândia em fábricas, no setor de frutos do mar, na agricultura e na construção. As lideranças concluíram que o empoderamento dos migrantes é a melhor forma para que esses trabalhadores se protejam.

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Capa do relatório de 2013 da Al-Haq sobre a discriminatória apropriação de água pela Mekorot, a companhia de água de Israel, na Cisjordânia ocupada. Foto: Al-Haq

Em 2015, a Al-Haq pediu ao governo da Holanda que proibisse as empresas holandesas de exportar cães para as forças de segurança israelenses, visto o seu uso para atacar e intimidar os palestinos civis. Foto: IMEMC

Mina Nahal Raba Quarry, pertencente a HeidelbergCement, na Cisjordânia. A Al-Haq expressou preocupação porque as minas desta multinacional no Território Palestino Ocupado expropriam recursos naturais em violação ao direito internacional. Foto: Kerem Navot

Construção do sistema de trens ligeiros de Jerusalém, com linhas que passam pelo Território Palestino Ocupado e conectam os assentamentos israelenses. A Al-Haq e outras organizações fizeram um chamado às empresas para que abandonem o projeto, uma vez que viola o direito internacional; empresas da Austrália, do Canadá, da França e da Alemanha abandonaram o projeto. Foto:Al-Haq

A Al-Haq demonstrou preocupação de que o Airbnb viola o direito internacional ao listar propriedades nos assentamentos israelenses no Território Palestino Ocupado. Foto: Mondoweiss

Beneficiária do prêmio de 2019

Al-Haq

A Al-Haq, uma organização independente palestina de direitos humanos sediada em Ramallah (Cisjordânia), tem feito um trabalho revolucionário ao chamar a atenção para o modo como certas empresas, que operam no Território Palestino Ocupado, estão envolvidas em violações de direitos humanos e do direito internacional humanitário. A Al-Haq também contribuiu ao tratado sobre empresas e direitos humanos que está sendo redigido na ONU, e ajudou outras ONGs do Oriente Médio a desenvolver os seus trabalhos sobre direitos humanos relacionados às empresas.

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Beneficiária do prêmio de 2018

Justiça nos Trilhos

A Justiça nos Trilhos é uma organização que trabalha de perto com as comunidades locais, em áreas remotas do Brasil — incluindo povos indígenas, camponeses e afrodescendentes — para examinar os abusos de direitos humanos e ambientais cometidos por empresas mineradoras e siderúrgicas, especialmente a multinacional Vale.

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